Confronto Israel-Palestina: conheça as origens da guerra e a repercussão do conflito

Criado por Letícia Castro em em 09/01/2009

Faixa de Gaza: sob o ataque desproporcional de Israel
 

A faixa de Gaza é um território situado no Oriente Médio que faz fronteiras ao norte e leste com Israel e ao sul pelo Egito. Com uma área de 360 km² e uma população de cerca de 1,5 milhão de palestinos – a maioria deles refugiados das guerras contra Israel – é um dos lugares mais densamente povoados do planeta. Habitada há mais de 3 mil anos, a região tem sido o palco de repetidos conflitos desde o século 19, quando um grupo de judeus sionistas sentiu o desejo de fundar, no território controlado pero Império Otomano, um Estado moderno para a comunidade, em sua terra ancestral, e começaram a criar ali assentamentos. Por razões histórica, cultural e religiosa, tanto palestinos como israelenses reivindicam para si a posse da terra.


Imagens da guerra: dores de cá, dores de lá

O século 20 foi marcado pelos inúmeros combates entre os dois povos em torno da posse da região. Em destaque, o Plano de Partilha da ONU, em 1947, que aprova a divisão da Palestina entre um Estado palestino e outro de Israel, rejeitado pelos árabes e aprovado por israelenses que criaram seu Estado um ano depois. Também em questão, o conflito árabe-israelense de 1948 e a Guerra dos Seis Dias, em 1967, que expandiram os domínios de Israel sobre o território que incluía a faixa de Gaza. Os israelenses devolveriam, em 1982, a parte conquistada correspondente ao deserto do Sinai, mas não o território de Gaza.

Em 1987, os palestinos atacam Israel em uma revolta popular chamada “Intifada” ou “levante”, em árabe. Munidos de armas simples, como paus e pedras, partem para cima dos israelenses, e também acabam sendo responsáveis por uma onda de atentados mais graves contra os judeus. Na tentativa de amenizar o conflito, Israel se compromete, em um encontro em Oslo, na Noruega, em 1993, a devolver os territórios ocupados em 1967 em troca de um acordo de paz definitivo. Desocupa algumas cidades em Gaza, dá autonomia aos palestinos, mas mantém boicotes. Em 2000, Israel oferece soberania sobre certas áreas de Jerusalém, o que é rejeitado pelo líder palestino à época, Iasser Arafat, que queria soberania plena nos locais sagrados da cidade. Israel recusa a proposta. Os palestinos dão início à segunda Intifada.


Imagens da guerra: foguete palestino, mísseis israelenses (à direita)

Em 2002, Israel começa a construção de um muro de separação entre as duas áreas, a fim de evitar a entrada de terroristas palestinos. O Muro da Vergonha, como ficou conhecido na região, foi acusado pelo árabes de ser uma tentativa de anexação de território. No ano seguinte, forças israelenses tomam Arafat de refém na Muqata (QG da autoridade palestina), após uma onda de ataques terroristas em Israel. O líder fica confinado até sua morte em 2004. Em 2005, entra em cena Mahmoud Abbas, do partido Fatah, eleito novo líder da ANP (Autoridade Nacional Palestina). Acusado de corrupção, contribui para que seu partido perca as eleições, levando ao poder o movimento rival Hamas que, acusado de terrorismo, gera a imposição de um boicote financeiro pela comunidade internacional sobre a ANP, o que detona uma série de crises internas.

Atualmente, o Fatah e o Hamas estão unidos em torno de um governo de coalizão e Israel não tem tratado com o governo palestino. O Hamas não reconhece o Estado de Israel, não aceita os acordos firmados até agora e se recusa a renunciar à violência, o que impede o fim do bloqueio internacional. Durante a ano de 2008, atentados e ataques dos dois lados agravam a crise e o líder palestino chegar a clamar às autoridades envolvidas no processo de paz que ajudem a resolver a questão ainda no mesmo ano. Por intermédio do Egito, uma trégua é acertada no mês de junho, cujos termos, nenhum dos lados cumpre literalmente. Em 4 de novembro, com a eleição nos EUA, Israel bombadeia um túnel em Gaza que seria supostamente usado pelo Hamas para o sequestro de soldados. Com o término oficial do período de trégua, em 19 de dezembro, Israel começa a operação militar em Gaza, pouco mais de uma semana depois.


Imagens da guerra: o luto pela morte de três crianças palestinas e o abrigo para crianças israelenses

O conflito já matou mais de 600 palestinos, na sua maioria civis, entre os quais, um terço é formado por crianças. No mundo inteiro, mais de 20 países já fizeram protestos contra os ataques e a comunidade internacional anda com maus olhos contra os israelenses devido a desproporção de armamentos entre os dois lados. A Cruz Vermelha acusa Israel de impedir a entrada de ajuda humanitária, a ONU também acusa o país de bombadear seus prédios, incluindo escolas, onde várias crianças foram mortas. Reações mais inflamadas percorrem o mundo em oposição a Israel, como a expulsão do embaixador israelense em Caracas, na Venezuela, e a acusação de nazismo em nota divulgada pelo PT, nesta quarta-feira, cuja crítica foi rebatida prontamento pelo ministro de Assuntos Sociais de Israel, Isaac Herzog, declarando que o PT desconhece a história.

Se a declaração é infundada ou não, o fato é que Israel usa insistentemente o argumento do desconhecimento histórico a seu favor para justificar as iniciativas e domínio bélicos na região, devidamente respaldados por ajuda internacional, principalmente, norte-americana. No entanto, o que salta aos olhos do mundo não requer doutorado em história para compreender que se trata de um conflito exagerado e desproporcional quando um lado conta com a força humana de indivíduos dispostos a se matar, em nome do fanatismo religioso, munidos de foguetes velhos e armas comuns, contra uma nação superpoderosa que não poupa os armamentos de última geração contra alvos civis. Se Israel é vítima histórica ou não, a mesma história decidirá num futuro próximo. Por enquanto, o que fica é uma inundação de sangue palestino por sobre alguns arranhões em Israel.

E o Babel se junta ao protesto do jornalista Wander Veroni, do Café com Notícias, contra o genocídio na faixa de Gaza. Basta divulgar o selo abaixo para aderir ao movimento e fazer repercutir a indignação contra os episódios recentes. Divulgue e dê a sua opinião!

Fotos: Folha de São Paulo

Comentários (27)
  1. Online na web comentou, em 09/01/2009:

    Esta é uma guerra que parece não ter mais fim, e o pior, crianças e inocentes é quem paga o pato infelizmente. PAZ, uma palavra bonita e fácil de ser pronunciada e parece não existir naquela região.

    Responder
  2. Rodrigo Piva comentou, em 09/01/2009:

    As raízes são bem profundas e o que parece é que esses conflitos não terminarão jamais. Já cansei de ver apertos de mão entre os dois lados, mas que não duram quase nada. Fuego, Lê.

    Parabéns pelo excelente artigo!!

    Beijão

    Responder
  3. Beth Cruz comentou, em 09/01/2009:

    Parabéns Letìcia!
    Uma das melhores matérias que já li sobre o assunto, que permite a quem tá querendo entender esse conflito, ter uma noção da origem desse caos que é a faixa de Gaza.
    Um desafio diplomático para o mundo, pois as interferência feitas por outros países na intenção de acabar com esse conflito, são sempre interesses duvidosos.
    Abraço

    Responder
  4. xisde-xd.com comentou, em 09/01/2009:

    Tragico isso cara :x

    Virei seu seguidor … vira meu la tbm

    XD

    -
    VISITE · http://WWW.XISDE-XD.COM

    Responder
  5. RJ comentou, em 09/01/2009:

    este genocídio se arrasta a tanto tempo e não vemos uma solução, uma luz no fim do túnel que seja para aliviar…
    acho que algumas das palavras mais faladas nos ultimos dez anos são com certeza, GAZA, HAMAS, ISRAEL, GUERRA… DOR!

    ótimo post, Letícia! abraços..

    Responder
  6. Nat Valarini comentou, em 09/01/2009:

    Boa noite Letícia!

    Não tenho certeza, mas acho que já ouvi falar muito do seu blog (através do café), mas não me lembro de ter vindo aqui antes, ou então, dei uma passada muito rápida.

    De qualquer modo, gostei muito de ler tudo isso que você escreveu. Olha, seu talento é inegável!

    Eu sempre tive dúvidas e curiosidades sobre a rigem dos conflitos e a situação atual da guerra, mas sempre ficava com ‘a pulga atrás da orelha’, pois encontrava informações muito desencontradas, sabe?

    Gostei muito daqui e de sua abordagem. Vou indicar o seu blog a alguns conhecidos, afinal, é uma informação riquíssima!

    Parabéns pelo texto e, principalmente, pela tua iniciativa.

    No mais, te desejo muito sucesso!

    Kiso
    =*

    http://garotapendurada.blogspot.com/

    Responder
  7. Oitentando comentou, em 09/01/2009:

    Cada vez melhor as matérias por aqui!
    Agora consegui assimilar melhor sobre o assunto.
    Quantos e quantos séculos serão necessários para que haja a paz e esse conflito cesse?
    Desejo estar vivo até lá…

    Responder
  8. Wander Veroni comentou, em 09/01/2009:

    Oi, Lê!

    Excelente artigo minha amiga! Contou a história de todo processo com propriedade e inteligência. Creio que nessa guerra não há um lado certo, nem outro errado. Os dois lados estão errados em achar que uma briga política/religiosa – e uma suposta defesa, resolverão alguma coisa.

    Para mim isso é desculpa para a indústria bélica lucrar – o que é uma pena. E por isso que faço esse coro e grito por paz. E agradeço do fundo do coração por você ter citado o “Café com Notícias” no seu artigo. Para mim é uma honra, querida!

    Assisto os noticiários com o coração na mão, todos os dias. Você viu hoje aquele tanto de criança morta? Está ocorrendo um verdadeiro genocídio e os líderes políticos não fazem nada de concreto. Vamos protestar porque eles não tem mídia local (até então) para falar que a guerra é o maior equívoco do mundo – e fere os princípios da religião, seguramente. Ôh, sendo bem sincero com você, não sei teria tanto distancimento da notícia se estivesse lá cobrindo a guerra como repórter…é ruim ter que ver tanta desgraça apático e imparcial, viu!

    Beijos,

    =]
    ————-
    http://cafecomnoticias.blogspot.com

    Responder
  9. Lucas Fernandes comentou, em 09/01/2009:

    Lê,

    Gostaria de abrir meu comentário, te parabenizando pela síntese, difícil de ser feita.

    Bem, as origens com sabemos, são remotas e tem no patriarca Abraão, e principalmente nos seus filhos Yitzhak (Isaac, berço da cultura judaica) e Yishma’el (Ismael, pilar da cultura islâmica), o começo dos conflitos.

    Com Isaac dominando as terras ao norte e Ismael a do sul, ficou dividido historicamente o povo judeu do árabe. Contudo, os árabes espalharam-se pelo deserto e construíram impérios como o egípcio, o que levou os judeus a serem pegos como escravos e exilados na Babilônia – a primeira diáspora.

    Já nos tempos do Imperador Adriano, ocorre a segunda diáspora, com conseqüente formação do Império Bizantino e destruição de Jerusalém na segunda metade do século I d.C.

    A criação do Estado de Israel é outro ponto polêmico, se levarmos em conta a posição estratégica do local, os recursos minerais e a importância social, política e histórica, fundamental para o turismo.

    A guerra do Seis Dias tomou Golan e não devolveu ao povo palestino, que lá se formou desde os primórdios dessa etnia. E as Intifadas conseguiram tão só, reacender a ira israelita, que busca reverter o quadro de Yokpur e reassumir Gaza e a Cisjordânia.

    Entre certo e errado, fiquemos com a campanha do Café e seu endosso. Vamos ajudar os palestinos, independente de quem esteja com a verdade. Até porque, não há apenas uma verdade, e sim, a verdade que nos convém.

    Novamente, parabéns Lê.

    Responder
  10. Nat Valarini comentou, em 09/01/2009:

    Obaaaa!!!

    Adorei!

    Te linkei também, agora eu não te perco mais de vista!

    hihihi…

    =^.^=

    Muito obrigada pelo carinho e atenção, vindo de vc é um tremendo elogio, vc nem imagina!

    Kiso
    =*

    http://garotapendurada.blogspot.com/

    Responder
  11. Floradas de amor comentou, em 09/01/2009:

    Essa reação de Israel contra a população palestina não tem como dizer que se trata de legítima defesa, é tudo muito desumano, irracional.Israel está cometendo crimes contra a humanidade.

    =(

    Responder
  12. Airton comentou, em 09/01/2009:

    opaa poww essa guerra eh triste…e pior eh q num tem ninguem certo

    Responder
  13. Airton comentou, em 09/01/2009:

    naum sei se vc viu do jogador de fut q foi multado….ele fez um gol e mostrou uma camisa de apoio a palestina….

    Responder
  14. greatdj comentou, em 09/01/2009:

    Não sei como um conflito pode durar tanto tempo.
    Eu queria que acabasse lgo e tudo se resolvesse no diálogo, mas não sou eu que decido, mas esperava que fossem mais civilizados invés de matar inocentes.

    Responder
  15. Filipe Ferminiano comentou, em 09/01/2009:

    Hoje na paulista havia um grupo de pessoas fazendo uma pequena manifestação contra a guerra
    bom tema, abraços.
    http://www.filipeferminiano.comtrocrana

    Responder
  16. Guilherme Freitas comentou, em 09/01/2009:

    Mesmo com todo esse histórico conturbado, espero que a paz reine na região e que muculmanos e judeus convivam de modo pacífico.

    Responder
  17. Viviane Righi comentou, em 10/01/2009:

    Oi, Lê…
    Falar de guerras e conflitos é um mal necessário, porque não podemos fingir que nada está acontecendo. Sair da nossa zona de conforto e pelo menos divulgar a situação, mobilizando as pessoas, soa como OBRIGAÇÃO daqueles que sentem seus corações apertados em meio a tanta violência e desrespeito pela vida. Infelizmente, parece que do lado de lá vida e morte são a mesma coisa… não podemos deixar calar nosso sentimento de indignação com tudo isso!

    Em relação à campanha do Wander, aderi desde o primeiro instante. Bacana demais se todos aderissem também…

    Estarei sempre por aqui, viu? (não tenho tanto tempo disponível para isso, mas gosto de manter contato com pessoas de valor, que desenvolvem um trabalho tão nobre.)

    Abraços!

    Responder
  18. carla m. comentou, em 10/01/2009:

    Comadre, tua matéria está maravilhosa.

    Pena que o tema não seja tão maravilhoso,né?! Eu lamento saber que eu terei mais um capítulo para ensinar aos meus alunos na complicada trajetória da Palestina.

    Eu só tenho que atentar a uma coisa. Se bate muito na tecla do fanatismo religioso, mas se esquece que fundamentalmente a questão entre Israel e palestinos é posse de terra. E terra é o bem mais precioso naquela região. Todos o desespero social acaba se traduzindo em posturas intransigentes, apoiadas num discurso religioso, mas não deixa por isso de ser uma questão sobre posse de território, sobre soberania nacional e sobre interesses econômicos.

    Eu torço (e por que não dizer que rezo) por uma Palestina livre e soberana, convivendo pacificamente com Israel.

    Vou aderir à campanha do Wander e postar alguma coisa lá no Dos Crimes.

    Beijocas!!!

    Responder
  19. Anonymous comentou, em 10/01/2009:

    Meus parabéns, seu artigo me ajudou a entender melhor o porquê deste conflito.
    Muito obrigado.

    Responder
  20. bypoesia comentou, em 11/01/2009:

    Olá! O Babel.com foi indicado para dar continuidade ao meme Blogs que ajudam… a blogar lá no Mestre Blogger. Visite lá e, se possível, transmita o meme aqui. ;)

    Contamos com você aqui.

    O link é: http://mestreblogger.blogspot.com/2009/01/meme-blogs-que-ajudam-blogar.html

    Veja a indicação: http://bypoesia.blogspot.com/2009/01/blogs-que-ajudam-blogar.html

    Abraços,

    Márcio.

    Responder
  21. Daniel Leite comentou, em 12/01/2009:

    Fantásticas, como sempre, as suas considerações, Letícia!

    A guerra retoma o seu curso e tem a propensão a prosseguir simplesmente porque é um ponto de comodidade. Ainda que boa parte da comunidade internacional condene, com razão, os conflitos, muitos civis querem continuar brigando, por conta de um ideal religioso besta. Então, as “diplomacias” (se é que elas existem) de Israel e Palestina enxergam nas bombas o ponto de conforto. Afinal, eles continuam “lutando bravamente”, sem “entregar o ouro para o inimigo”.

    Estas eternas batalhas lembram, e muito, teorias como o “Equilíbrio de Nash”, exemplificado pelo “dilema do prisioneiro”. Não é interessante recuar, porque o adversário não tem a intenção de fazer o mesmo. Os dois pensam assim, e a paz na região está comprometida.

    É ridículo como são promovidas a política e a guerra de maneira tão infantil. Será que não percebem que um acordo, mesmo com prejuízos territoriais para um ou outro lado, seria vantajoso para todos? Não. Definitivamente, não.

    Grande beijo!

    http://repercutiu.blogspot.com

    Responder
  22. Fernando Leroy comentou, em 12/01/2009:

    Olá Letícia! Desculpe pela demora em respondê-la, mas é que dei uma pausa para férias. Trago alguns assuntos interessantes de Buenos Aires e outros locais que quero compartilhar com vocês. Não vamos perder o contato, viu! Envio um recado para você assim que eu postar algo novo lá no Circo da Notícia. Abraço e parabéns pelo último post.

    Responder
  23. Rozangela comentou, em 12/01/2009:

    Putz! Adorei saber a fundo sobre o que acontece. serinho, achei bastante elucidadtivo e fácil de entendimento. Beijinhos!!
    Ah, estou divulgando agora o blog onde coloco os curtas que faço com o maridex. Qd puder passa lá. http://www.cgfilmes.blogspot.com
    Beijinhos!

    Responder
  24. Jan Van Helsing comentou, em 22/01/2009:

    Será que nessa altura do campeonato voces ainda não compreenderam a a Israel (a grande prostituta Sionista) mãe de todas as aberrações não interessa nenhum tipo de acordo que não seja o de submeter não só os Palestinos mas toda a humanidade a seu jugo.
    Os Rabinos do bem (verdadeiros herdeiros da cultura hebraica) todo anos ano fazem manifestações contra o ESTADO TERRORISTA DE ISRAEL, inclusive queimando a bandeira de Israrel que só pode representar o que Israel é (a grande prostituta com a taça cheia de abominações).
    Leia u Judeu Internacioinal deHenry Ford escrito em 1920 e entenderão que os Protocolos dos Sábios de Sião não é um mito como os Sionistas alegam mas um fato cada vez mais patente aos olhos de quem quer ver e ouvidos de quem quer ouvir. Já passou da hora de enchegar que quem controla a besta de sete cabeças é Israel.

    Responder
  25. LETÍCIA CASTRO comentou, em 22/01/2009:

    Prezado “Jan Van Helsing”, cujo perfil é anônimo e foi criado em janeiro deste ano,

    Você tem noção que o Ford se retratou publicamente com os judeus, não? Para uma afirmação tão contundente, espera-se que vc realmente tenha lido o livro e não apenas a orelha dele, mas vc parece ter ciência que, ao fazer citações, é preciso dominar o assunto.

    E uma sugestão, se posso te dar uma. Use um corretor ortográfico ao escrever, dessa maneira, a sua opinião fica muito mais valorizada, crível e respeitada.

    Muito obrigada pelo comentário.

    Letícia.

    Responder
  26. Anonymous comentou, em 09/09/2009:

    Essa guerra parece ser uma guerra sem fim, e o pior é que crianças e inocentes que não tem nada a ver com esse conflito acabam sofrendo também. Eu acho que essa disputa geopolítica poderia ser resolvida de forma pacífica e sem guerras ou manifestações. O incrível é que esse conflito conseguiu atingir até a internet como forma de “ataque”, em que hackers invadem os computadores dos palestinos ou israelenses. Na minha opinião esses hackers não devem interferir na guerra.

    Responder
  27. Anonymous comentou, em 25/05/2011:

    muito interesante isso !

    Responder

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