Futebol: Jogar bola requer atenção com a coluna das crianças

Criado por Letícia Castro em em 19/06/2014

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Segundo o fisioterapeuta, é imprescindível acompanhamento médico para quem quer se tornar profissional

da Redação

Em tempos de Copa do Mundo, é impossível evitar que a paixão do brasileiro pelo futebol apareça. E o esporte, que já é uma das brincadeiras favoritas das crianças daqui, toma a rua de forma definitiva. Para que uma partida aconteça, basta juntar um grupo de amigos, preparar um campo – mesmo que improvisado – com gols demarcados com pares de chinelos, uma bola e a torcida está pronta. O espaço se transforma num estádio.

O sonho de se tornar um grande jogador surge logo cedo, muitas vezes ainda na primeira infância. Geralmente, os brasileirinhos são estimulados dentro de casa pelos pais e avós. Os pequenos ganham camisetas de times muitas vezes antes de virem ao mundo. Quando bebês os papais corujas já começam a incentivar os filhos para que torçam pelo seu clube preferido. Logo começam a acompanhar aos jogos pela televisão e são levados aos estádios com pouca idade.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até o ano de 2010 eram cerca de 29 milhões de crianças com até nove anos. O número equivale a muitas novas promessas de grandes goleiros, atacantes e zagueiros. De acordo com o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), não existe uma idade correta para começar a jogar futebol. “Se o objetivo é ser um atleta de elite, a criança deve iniciar a prática, mesmo que de forma lúdica, ainda nos primeiros passos. Mas é importante respeitar os limites. Ela também tem que gostar do que está fazendo”, destaca.

Para o especialista, os pais precisam estar atentos aos edemas, às contusões ou aos traumas. “Geralmente os acidentes (mais comuns na idade adulta) como lesões de menisco, ligamento, estiramento e contraturas musculares – que ocorre quando o músculo é contraído de maneira incorreta e não volta ao estado normal de relaxamento, se desenvolvem no momento da atuação constante no esporte, de duas a três vezes por semana, sem a preparação devida”, afirma.

Giuliano Martins explica ser imprescindível o acompanhamento médico e fisioterapêutico quando os menores demonstram o interesse em se tornarem profissionais no esporte.

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