Implantar microchip em animais de estimação é uma boa ideia?

Criado por Letícia Castro em em 29/03/2014

microchip-caesda Redação

Segurança e bem-estar para os animais é o que todos os donos querem, ainda mais se o pet for “serelepe” e gostar de passar pelo portão de casa quando você menos espera. E se ele fugir? Por isso, nessas horas, é bom se certificar se seu cão já foi microchipado.

O uso de microchips é uma tecnologia de identificação dos animais de estimação, pessoal e intransferível, num cadastro global e de acesso livre para ajudar a localizar os responsáveis pelos bichinhos. É interessante também saber que essa medida de identificação é obrigatória para quem vai fazer uma viagem internacional com o seu pet. É sempre bom se informar sobre o que mais é exigido em cada país de destino.

Segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, essa tecnologia é uma ótima medida de segurança para identificar o animal e ajudar a encontrá-lo, caso ele se perca. Além disso, há outro ponto importante que a veterinária ressalta. “O dono ou responsável também se torna identificável e pode ser localizado caso o animal seja abandonado. É uma medida de segurança que acaba o tornando responsável pelo animal, para o bem ou para responder pelo abandono”, explica Rhéa.

O procedimento para a implantação do microchip é rápido e muito simples de se fazer. Pode-se, ainda, aproveitar um procedimento com anestesia para implantar o chip sem que o animal perceba. “O microchip é implantado sob a pele do animal, em uma região propícia à leitura pela máquina e que não causa desconforto; quando colocado sob a máquina leitora informa um número que é, então, utilizado para identificar o animal em um cadastro global de pets. Qualquer pet pode usar, já é até previsto em lei que animais doados devem ser obrigatoriamente identificados com microchips”, acrescenta Rhéa.

Não há uma idade mínima recomendável para a implantação do microchip. No entanto, é indicado que não se façam doações de animais sem antes identificar o animal. Para Rhéa, é adequado seguir o protocolo e o calendário usual de vacinas antes de transferir o bichinho. “É importante esse procedimento porque o microchip é como ter uma identidade do animal, o que ajuda em muito a encontrar animais perdidos, decidir disputas sobre a posse ou responsabilidade e rastrear possíveis crias ou negociações”, finaliza a veterinária.

É muito importante que as pessoas entendam que o microchip não funciona como um GPS para localizar o animal, mas apenas para identificá-lo. Quando se passa uma máquina leitora sobre a região onde o microchip foi implantado ela fornece um número de cadastro que pode, então, ser procurado nos sistemas de cadastramento de animais.

Veja, nesta reportagem da RedeTV, como é implantado o microchip na pele dos animais:

 

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